Pular para o conteúdo
Segunda a sexta, 7h30 às 17h, com agendamento (62) 3661-0052 · [email protected]
Medicina do Trabalho 6Saúde ocupacional em Goiânia

Exame de retorno ao trabalho em Goiânia depois de afastamento longo

Um colaborador que ficou um mês ou mais fora por doença, cirurgia ou acidente não deve simplesmente voltar ao posto no dia seguinte à alta. Antes, o médico do trabalho precisa avaliar se ele tem condições de retomar aquela função. Fazemos esse exame para empresas de Goiânia e região metropolitana, com emissão do ASO de retorno.

Quando o exame é obrigatório

Pela NR-7, o exame de retorno deve ser feito antes da volta às atividades sempre que o afastamento durar 30 dias ou mais, seja por doença ou acidente, ligado ou não ao trabalho. Uma fratura no fim de semana, uma cirurgia eletiva ou um quadro de depressão entram na mesma regra: o que conta é a duração do afastamento.

Se o afastamento passou pelo INSS, a alta previdenciária não substitui o exame ocupacional. O perito avalia a capacidade para o trabalho em geral; o médico do trabalho avalia a capacidade para a função específica, com os riscos daquele posto.

O que o médico avalia

  • Evolução do problema de saúde: relatórios, exames e laudos do médico assistente ajudam a entender o tratamento feito e o que ainda está em curso.
  • Exigências do posto: esforço físico, postura, uso de máquinas, trabalho em altura ou direção de veículos pesam na conclusão.
  • Necessidade de adaptação: em alguns casos, o retorno é possível com restrições temporárias, que a empresa precisa conseguir cumprir.
  • Exames complementares: podem ser repetidos quando a condição de saúde ou a função justificarem.

O que levar no dia

  1. Documento de identificação com foto.
  2. Atestados, relatórios e exames relacionados ao afastamento.
  3. Comunicação de alta do INSS, se o benefício foi concedido.
  4. Lista de medicamentos em uso, quando houver.

Atenção ao calendário: o exame deve acontecer antes de o colaborador reassumir a função. Combine o horário assim que souber a data prevista de retorno, para que a pessoa não fique aguardando sem poder trabalhar.

Quando a volta não é simples

Pense em um auxiliar de produção de uma indústria de alimentos que passou por cirurgia no ombro, ou em uma técnica de enfermagem que se afastou por lombalgia. Ambos podem receber alta do tratamento e ainda assim não estar prontos para carregar peso ou repetir movimentos por horas. Nesses casos, o médico do trabalho pode concluir pela inaptidão temporária ou sugerir ajustes, e a empresa precisa de orientação para decidir os próximos passos. O acompanhamento dos casos de afastamento pode ser apoiado pela gestão de afastados e atestados.

Por que fazer o retorno com a Medicina do Trabalho 6

Conhecemos a função de cada colaborador pelo PCMSO da empresa e usamos esse contexto na avaliação, em vez de olhar apenas o problema de saúde isolado. O RH recebe uma conclusão objetiva e, quando há restrições, orientação clara sobre o que elas significam no dia a dia. Os demais tipos de exame estão em exames ocupacionais e ASO.

Perguntas sobre o exame de retorno

Afastamento de 15 dias exige exame de retorno?

Pela NR-7, a obrigatoriedade vale para afastamentos de 30 dias ou mais. Em períodos menores, o médico do trabalho pode ser consultado se houver dúvida sobre a condição do colaborador para a função.

Licença-maternidade conta como afastamento para esse exame?

A regra da NR-7 fala em afastamento por doença ou acidente. Mesmo assim, muitas empresas preferem uma avaliação na volta da licença, e o PCMSO pode tratar dessa situação. Converse com o médico do trabalho sobre o caso.

E se o médico assistente liberou, mas o do trabalho não?

São avaliações diferentes. O médico assistente olha o tratamento; o do trabalho olha a função. Quando há divergência, é comum buscar informações complementares com o médico assistente antes da decisão final.

Vamos organizar a saúde ocupacional da sua equipe?

Fale com a nossa equipe e receba orientação e orçamento sem compromisso.

WhatsApp