Pular para o conteúdo
Segunda a sexta, 7h30 às 17h, com agendamento (62) 3661-0052 · [email protected]
Medicina do Trabalho 6Saúde ocupacional em Goiânia

Exame de mudança de risco ocupacional em Goiânia: antes da troca, não depois

Promoveu o auxiliar de estoque a operador de empilhadeira? Transferiu alguém do escritório para o galpão? Quando a nova atividade traz riscos que a pessoa não tinha, a NR-7 pede um exame antes da mudança. Atendemos empresas de Goiânia e região metropolitana nesse momento de transição, com ASO ajustado à nova função.

O critério é o risco, não o cargo

Muita gente confunde este exame com qualquer alteração na carteira de trabalho. Não é bem assim. Uma promoção de vendedor a supervisor de vendas, sem mudança de ambiente, normalmente não altera a exposição. Já a passagem de um ajudante geral para a área de pintura, onde há solventes, muda tudo. O que define a necessidade é a comparação entre os riscos da função antiga e os da nova, conforme o inventário do PGR.

Exemplos que costumam exigir o exame

  • Do administrativo para a operação: ruído, poeira, calor ou máquinas passam a fazer parte do dia.
  • Para trabalho em altura ou espaço confinado: a avaliação de aptidão ganha peso, pela gravidade de um mal súbito nessas condições.
  • Para direção de veículos da empresa: visão, atenção e condições clínicas passam a ser observadas com outro olhar.
  • Para áreas com agentes químicos ou biológicos: limpeza hospitalar, laboratórios e aplicação de defensivos no agronegócio são situações típicas.

Como acontece

  1. O RH informa a função atual, a função futura e a data prevista da mudança.
  2. Verificamos no PCMSO os exames exigidos para a nova atividade.
  3. O colaborador passa pela avaliação clínica e pelos complementares que faltarem.
  4. O médico conclui o ASO considerando os riscos da nova função, e a empresa já pode programar o próximo periódico pelo novo protocolo.

Se a função ainda não existe no PCMSO: antes do exame, o programa precisa ser atualizado com os riscos dessa atividade. Sem isso, o médico não tem base para definir os exames complementares.

O que a empresa ganha ao fazer no momento certo

Fazer o exame depois que a pessoa já está na nova função deixa um intervalo sem cobertura, justamente quando ela está aprendendo a lidar com um risco novo. Além disso, o exame registra a condição de saúde no início da nova exposição, o que é útil se, anos depois, surgir alguma discussão sobre a origem de uma doença. Também é importante que o evento de condições ambientais no eSocial seja atualizado com a nova exposição.

Por que fazer este exame com a Medicina do Trabalho 6

Como trabalhamos com programas, laudos e exames, conseguimos olhar a mudança de função de forma integrada: o que muda no PCMSO, quais exames entram e como isso aparece nas informações enviadas ao governo. A empresa recebe uma orientação única, sem precisar costurar várias partes. Veja também os outros tipos em exames ocupacionais e ASO.

Dúvidas sobre mudança de risco

Mudança de setor sem mudança de função exige exame?

Depende dos riscos do novo setor. Se a pessoa continua com o mesmo cargo, mas passa a trabalhar em um ambiente com outros agentes, o exame é necessário. O inventário de riscos é a referência para decidir.

Posso aproveitar o periódico que está para vencer?

O exame precisa considerar os riscos da nova função. Se o periódico for feito já com o protocolo da nova atividade e antes da troca, o médico pode avaliar a situação. Combine isso no agendamento.

Se o colaborador for considerado inapto para a nova função, o que acontece?

Ele continua apto para a função atual, se nada mudou em relação a ela. A empresa decide, com essa informação, se mantém a pessoa onde está ou se busca outra alternativa de movimentação.

Vamos organizar a saúde ocupacional da sua equipe?

Fale com a nossa equipe e receba orientação e orçamento sem compromisso.

WhatsApp